Homenagem da fiel torcida

100 anos de história!

Veja a homenagem da fiel torcida!

Corinthians minha vida

Corinthians minha história

Corinthians meu amor

Viva o timão!

O medo de Lilly Allen

Fico imaginando: Será que a Lilly Allen assistem BigBrother? Porque ela simplesmente escreveu uma música que fala diretamente dos participantes do Reality Show.

Leiam a letra traduzida abaixo e vejam como ela caracteriza o tipo de pessoa que participa do programa.

[O Medo]
Eu quero ser rica, e quero muito dinheiro
Eu não me importo com inteligência, eu não me importo com divertimento

Eu quero muitas roupas e montanhas de diamantes
E eu ouvi que as pessoas morrem, enquanto tenta pegá-los.

Eu tirarei minhas roupas e isso não será vergonhoso
Porque todo mundo sabe que é assim que se fica famoso
Eu olharei para “The Sun” e olharei “The Mirror”
Eu estou no caminho certo, yeah estou prestes a ser uma vencedora

(Refrão)
Eu não sei mais o que é certo nem o que é verdadeiro
Eu não sei mais como devemos nos sentir
Quando tudo vai ficar claro?
Porque eu estou sendo tomada pelo medo

A vida é sobre estrelas de cinema e não sobre mães
É tudo sobre carros rápidos ultrapassando uns aos outros
Mas isso não importa porque eu tenho cartão de crédito
E é isso que faz da minha vida tão fantástica.

Eu sou uma arma de consumo em massa
E isso não é minha culpa, foi como eu fui programada.
Eu olharei para o sol e olharei no espelho
Eu estou no caminho certo Vou ser uma vencedora

(Refrão)
Eu não sei mais o que é certo nem o que é verdadeiro
Eu não sei mais como devemos nos sentir
Quando tudo vai ficar claro?
Porque eu estou sendo tomada pelo medo

Esqueça sobre armas e esqueça sobre munição
Porquê eu estou matando a todos com minha pequena própria missão
Eu não sou uma santa mas não sou uma pecadora
Tudo está bem Desde que eu esteja emagrecendo

(Refrão)
Eu não sei mais o que é certo nem o que é verdadeiro
Eu não sei mais como devemos nos sentir
Quando tudo vai ficar claro?
Porque eu estou sendo tomada pelo medo

Vingança do Homem

07/01/2010 admivan 2 comentários

Este texto é de Luis Fernando Veríssimo , levemente editado.

Eu nunca havia entendido porque as necessidades sexuais dos homens e das mulheres são tão diferentes.

Nunca tinha entendido isso de ‘Marte e Vênus’. E nunca tinha entendido porque os homens pensam com a cabeça e as mulheres com o coração.

Uma noite, na semana passada, minha mulher e eu estávamos indo para a cama. Bem, começamos a ficar a vontade, fazer carinhos, provocações, o maior TESÃO e, nesse momento, ela parou e me disse:

- Acho que agora não quero, só quero que você me abrace…

Eu falei:

- O QUEEE???

Ela falou:

- Você não sabe se conectar com as minhas necessidades emocionais como mulher.

Comecei a pensar no que podia ter falhado. No final, assumi que aquela noite não ia rolar nada, virei e dormi.

No dia seguinte, fomos ao shopping. Entramos em uma grande loja de departamentos. Fui dar uma volta enquanto ela experimentava três modelitos caríssimos.

Como estava difícil escolher entre um ou outro, falei para comprar os três. Então, ela me falou que precisava de uns sapatos que combinassem a R$ 200,00 cada par.

Respondi que tudo bem. Depois fomos a seção de joalheria, onde gostou de uns brincos de diamantes e eu concordei que comprasse. Estava tão emocionada!!!

Deveria estar pensando que fiquei louco. Acho até que estava me testando quando pediu uma raquete de tênis, porque nem tênis ela joga.

Acredito que acabei com seus esquemas e paradigmas quando falei que sim. Ela estava quase excitada sexualmente depois de tudo isso.

Vocês tinham que ver a carinha dela, toda feliz! Quando ela falou:

- Vamos passar no caixa para pagar, amor?

Daí eu disse:

- Acho que agora não quero mais comprar tudo isso, meu bem… Só quero que você me abrace.

Ela ficou pálida.

No momento em que começou a ficar com cara de querer me matar, falei:

- Você não sabe se conectar com as minhas necessidades financeiras de homem…

Vinguei-me!

Em 2010, precisa-se de:

31/12/2009 admivan 1 comentário

Vejam esta propaganda do @Santander_br que eu achei simplesmente fantástica.

Destaco a frase: Precisa-se de um mundo melhor para nossos filhos e filhos melhores para o nosso mundo.

Vamos fazer juntos?

Agradecimentos de 2009

30/12/2009 admivan 1 comentário
Este sou eu. Seria impossível colocar a foto de todos a quem sou grato!

Mais um ano se passou e mais um está chegando por aí.

Confesso que tenho pouco a reclamar destes 12 meses que, definitivamente mudaram a minha vida por completo e quero utilizar este espaço para agradecer a todos os que colaboraram para fazer deste ano um ano fantástico.

Obrigado ao pessoal da AIESEC em Goiânia, por todo o desenvolvimento que eu consegui junto com vocês. Em especial às equipes de Gestão de Projetos, InComing Exchange e Gestão de Talentos.

A AIESEC mudou meu estilo de vida e eu sou muito grato a isso.

Obrigado a todo mundo que contribuiu para a fundação da empresa Junior de administração da UFG, Íntegra Administração Junior. Foi, e continua sendo, uma experiência única pra mim.

Obrigado aos auditores e gestores da Mapah Auditores independentes, por tudo que foi possível aprender trabalhando junto com vocês.

Obrigado aos meus amigos físicos e virtuais, por todo o tempo que passamos juntos e por tudo que podemos compartilhar agora.

Obrigado a minha família, por tudo que fizeram por mim.

E, é claro, um obrigado muitíssimo especial para minha namorada Bárbara, por, ano após ano, me convencer de que é com quem eu quero passar o resto da minha vida!

Espero que continuemos todos unidos em 2010, com muita paz, amor, alegria e aprendizado.

Um feliz fim de ano para todos!

Minha lista de natal

Já é tradição eu postar essa música no natal.

A música é My Christmas List do Simple plan.

Nunca se esqueçam do verdadeiro significado do natal.

Papai Noel está vindo hoje à noite
E eu quero um carro e eu quero uma vida
E eu quero uma viagem de primeira classe para o Havaí
Eu quero pacotes de skittles para a vida toda e tortas de
esquimós
Eu quero um DVD, uma TV com tela enorme…

[Refrão]
Só me traz coisas que não preciso
Porque agora é Natal e eu quero tudo
Eu simplesmente não consigo esperar
Natal, então não pare de gastar…
Eu quero um milhão de presentes, é isso ai…
Não esqueça a minha lista de Natal hoje à noite
Porque agora é Natal!

Alguém pode me tirar daqui
Ou me dar uma máquina do tempo para me levar
Direto para meia noite, eu ficarei bem!
Eu quero uma garota na minha cama
Que sabe o que faz
Um Playstation 2
Eu quero sair gastando dinheiro com compras
Na cidade de Nova York

[Refrão]
Só me traz coisas que não preciso
Porque agora é Natal e eu quero tudo
Eu simplesmente não consigo esperar
Natal, então não pare de gastar…
Eu quero um milhão de presentes, é isso ai…
Não esqueça a minha lista de Natal hoje à noite
Porque agora é Natal!

Eu queria poder pegar esse dia
E fazer ele durar para sempre
E não importa o que eu ganhar hoje à noite
Eu quero mais…
É Natal e eu quero tudo
Eu simplesmente não consigo esperar
É Natal e eu quero tudo agora

Natal e eu quero tudo
Eu simplesmente não consigo esperar
Natal, então não pare de gastar…
Eu quero um milhão de presentes, é isso ai…
E eu não consigo esperar até meia noite
Não esqueça a minha lista de Natal hoje à noite

Porque agora é Natal
(Não posso esperar pro Natal)
Porque agora é Natal
(Não posso esperar pro Natal)
Porque agora é Natal
(Não posso esperar pro Natal)

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Diabólica – Parte final

Autor: Nelson Rodrigues

Livro: A vida como ela é

Conto: Diabólica

Parte Final

SONSA

No dia seguinte. Alicinha passa por ele e pisca o olho: “Deixei de ser criança!
Já não sou mais criança!” Isso poderia significar pouco ou muito. De Qualquer forma, desconcertado, ele chegou a transpirar. Mais dois ou três dias, e Alicinha vai procurá-lo no escritório. Senta-se a seu lado; diz: “Você tem medo de mim?” O pobre-diabo gaguejou: “Por quê?” E ela, com um olhar intenso, não de criança, mas de mulher: “Tem, sim, tem!” Parece divertida. E, subitamente, séria, ergue-se e aproxima-se. Estavam no gabinete de Geraldo. Alicinlia inclina-se, pede:

— Um beijo.

Lívido, obedeceu. Roçou, de leve, a face da pequena. Ela insistiu: “Isso não é
beijo. Quero um beijo de verdade.” Geraldo levanta-se. Recua, apavorado como se aquela garota representasse uma ameaça hedionda. Numa espécie de soluço, diz:
“Eu amo minha noiva! Amo tua irmã!” E ela, diante dele: “Só um!” Petrificado,
deixou-se beijar uma vez, muitas vezes. E não podia compreender a determinação implacável de uma menina de 13 anos. Antes de sair, ela diria: “Você é meu também!” E o ameaçou, segura de si e da própria maldade: “Vou te avisando: se começares com coisa, eu direi a todo mundo que houve o diabo entre nós!” Geraldo arriou na cadeira; uivou:
— D e m ô n i o ! D e m ô n i o!

O BEIJO
Foi, desde então, um escravo da menina. E, coisa interessante: ao mesmo
tempo que se sentia atraído, tinha-lhe ódio. Sentia, nela, uma precocidade hedionda.
E, por outro lado, era um fraco, um indefeso, um derrotado. Até que, uma tarde, entra numa Delegacia; soluçando, anuncia: “Acabei de matar minha cunhada, Alice de tal, num lugar assim, assim.” Ainda prestava declarações, quando Dagmar invade a Delegacia. Passara pelo lugar em que Alicinha fora assassinada; vira a irmã, de bruços, com o cabo do punhal emergindo das costas. Então, fora de si, correu para a Delegacia. E houve uma cena que ninguém pôde prever. Avançou, apanhou entre as mãos o rosto do noivo e o beijava, na boca, com loucura. Foi agarrada, arrastada.
Debatia-se nos braços dos investigadores. Gritava:
— Oh, graças! Graças!…

Diabólica – Parte 2

Autor: Nelson Rodrigues

Livro: A vida como ela é

Conto: Diabólica

PARTE 2

FAMÍLIA
Mas quando Dagmar confessou, aos pais, que advertira o noivo, foi um deus-nos-acuda. A mãe pôs as mãos na cabeça: “Você é maluca?” Quanto ao pai, passou lhe um verdadeiro sabão:
— Foi um golpe errado. Erradíssimo!
— Eu não acho.
O velho tratou de ser demonstrativo: “Você pôs maldade onde não havia!
Despertou a idéia do seu noivo!” Replicou, segura de si:
— Papai, eu sei muito bem onde tenho o meu nariz.
O pai andava de um lado para outro, nervoso. Estacou, interpelando-a:
— E agora com que cara o teu noivo vai olhar pra tua irmã? Vocês, mulheres, enchem! E, além disso, parta do seguinte princípio: uma irmã está acima de qualquer suspeita! Família é família, ora, bolas!
E Dagmar, obstinada:
— Meu pai, gosto muito de Alicinha. E uma pequena ótima, formidável e
outros bichos. Mas intimidade de irmã bonita com cunhado não! Nunca!
CIÚMES DOENTIOS
Num instante, criou-se o caso no seio da família. Não houve duas opiniões.
Segundo todo o mundo, aquilo não era normal, não podia ser normal. Um dos grandes argumentos foi a idade de Alicinha: “Como pode? Como pode?” O pai, mascando o charuto, argumentava: “Que você desconfie de todo mundo, até de poste, vá lá! Acho que uma mulher deve defender com unhas e dentes o seu homem! Mas irmã é outra coisa! Irmã é diferente! Na sua tristeza, ela replicava: “O que eu não sou é burra!” E o pai: “Nem sua irmã, nem seu noivo merecem isso!”
Por fim, já se falava, abertamente, em caso. Um primo da pequena, que era pediatra, sugeriu:
— Por que é que não levas Fulana a um psiquiatra?
Ela acabou indo, vencida pelo cansaço da própria vontade. Lá, o psiquiatra
depois de um interrogatório medonho, chega à seguinte conclusão: “O negócio é extrair os dentes!” O pai da pequena caiu das nuvens, chorou, amargamente, o dinheiro da consulta:
— Mas que animal! Que palhaço! — e, jocoso, criava o problema: — Isso é
psiquiatra ou é dentista?
Mas o fato é que, pouco a pouco sem sentir e sem querer, Dagmar foi-se
deixando dominar pela pressão da família. O próprio noivo colaborou nesse sentido.
Era hábil:
— Você não precisa ter medo de mulher nenhuma. Pra mim, não existe no
mundo mulher mais bonita do que você. Palavra de honra!

O MAIO

Só quem não se dava por achada e parecia ignorar o disse-que-me-disse era a própria Alicinha. Tratava a irmã e o cunhado com a mesma naturalidade. E era tão sem maldade, tão inocente, que, certa vez, comprou um maio fabulosíssimo e apareceu, com ele, na sala, diante de Dagmar e do Geraldo. Foi uma situação pânica.

Por um momento, o embasbacado cunhado não soube o que dizer, o que pensar. Empalidecera e… Girando como um modelo profissional, Alicinha perguntava:
— Que tal?
Por uma fração de segundo, Dagmar pensou em explodir. Mas convencera-se de que precisava reeducar-se; dominou o próprio impulso. Com um máximo de naturalidade, admitiu: “Bonito!” O atônito, o ofuscado, o desgovernado Geraldo, gemeu:
“Infernal!” Mas quando deixou a casa da noiva, nesse dia, ia numa impressão profunda.
Mais tarde, no bilhar, com uns amigos, fez o seguinte jogo de palavras:
— Não há mulher mais bonita que uma cunhada bonita!

continua…

Diabólica – Parte 1

Autor: Nelson Rodrigues

Livro: A vida como ela é

Conto: Diabólica

PARTE 1

Na noite do pedido oficial, Dagmar, de braço com o noivo, foi até a janela; que se abria para o jardim. Então, com uma tristeza involuntária, uma espécie de presságio, suspirou. E foi meio vaga:
— Caso sério! Caso sério!
E Geraldo, baixo e doce:
— Por quê?
Dagmar vacila. Finalmente, tomando coragem, indica com o olhar:
— Estás vendo minha irmã?
— Estou.
Durante alguns momentos, olharam, em silêncio, a pequena Alicinha, de 13
anos, que, na ocasião, apanhava uma flor, no jarro, para dar não sei a quem. Dagmar pergunta: “Bonita, não é?” Geraldo concorda: “Linda!” Então, pousando a mão no braço do noivo, a pequena continua:
— Por enquanto, Alicinha é criança. Mas daqui a um ano, dois, vai ser uma
mulher e tanto.
— Um espetáculo!
Sorriu, triste:
— Um espetáculo, sim! — Pausa e, súbito, tem uma sinceridade heróica: Há
de ser mais bonita do que eu.
Geraldo interrompeu:
— Protesto!
Foi quase grosseira:
— Não me põe máscara, não! Eu tenho espelho, ouviu?! Agora, que sou tua
noiva, quero te dizer o seguinte.
— Fala.
E ela:
— Você é homem e eu sei que esse negócio de homem fiel é bobagem. Mas
toma nota: se você tiver que me trair, que não seja nem com vizinha, nem com amiga, nem com parente. Você percebeu?
Surpreso e divertido, exclama:
— Você é de morte, hein?

AS IRMÃS

Havia entre as duas uma diferença de quatro anos; Dagmar tinha 17,Alicinha
13. Até então, Geraldo via a cunhada como uma menina irremediável. No fundo, talvez imaginasse que ela seria para sempre assim, criança, criança. A observação da noiva o apanhou desprevenido. Pouco depois, olhava, para Alicinha, com uma nova e dissimulada curiosidade. Sentiu que a mulher, ainda contida na menina, começava a desabrochar. Esta constatação o perturbou, deu-lhe uma espécie de vertigem. Na hora de sair, despediu-se de todos. A noiva veio levá-lo até o portão.
Ao ser beijada na face, disse:
— E não se esqueça: Alícinha é sagrada para você!
Era demais. Doeu-se e protestou:
— Mas que palpite é esse? Que idéia você faz de mim? Sabe que, assim você
até ofende?
Cruzou os braços, irredutível:
— Ofendo por quê? Os homens não são uns falsos?
— Eu, não?
Replicou, veemente:
— Você é como os outros. A mesma coisa, compreendeu?


Continua…

P&T

Mudanças em pecados e tragédias.

Maiores informações em breve.

Agradeçam a Nelson Rodrigues por mim!