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Geração T.E.E.N. – Transei e esqueci o nome 03/04/2010

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Neste livro, Marty Beckerman discute o comportamento sexual e amoroso dos adolescentes através de uma ficção, intercalada por relatos reais (muitas do próprio autor), além de estatísticas e reportagens.

O nome original do livro é “Generation S.L.U.T – Sexually liberated Urban Teens ”  que em português significa: “Geração safada – Adolescentes urbanos sexualmente liberados”.

O autor, de apenas 22 anos, narra, sem pudores, detalhes sobre a vida sexual dos jovens americanos. O livro, entretanto, pode ser facilmente relacionado com a realidade brasileira.

Segundo pesquisa feita no Rio pelo Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas, 25,63% das pessoas entre 17 e 25 anos dizem que não se lembram do nome de um ou mais parceiros que já tiveram. Já 45,5% dos entrevistados disseram que sexo casual é normal.

O livro deu origem a um filme lançado pela HBO.

E você… já esqueceu o nome de alguma pessoa com quem fez sexo?

Dados técnicos:

Nome: Geração T.E.E.N. – Transei e esqueci o nome

Editora: Ediouro

Autor: MARTY BECKERMAN

ISBN: 8500016124

Origem: Nacional

Ano: 2005

Edição: 1

Número de páginas: 236

Acabamento:Brochura

Formato: Médio

Preço: Em torno de 29,90

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Bookes: realize seu sonho de ser escritor 08/03/2010

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“Com o Bookess você pode realizar seu sonho de ser escritor, assim como o Guitar Hero realiza o de ser músico.

– Update or Die – HSM

conheça
http://www.bookess.com/

Vingança do Homem 07/01/2010

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Este texto é de Luis Fernando Veríssimo , levemente editado.

Eu nunca havia entendido porque as necessidades sexuais dos homens e das mulheres são tão diferentes.

Nunca tinha entendido isso de ‘Marte e Vênus’. E nunca tinha entendido porque os homens pensam com a cabeça e as mulheres com o coração.

Uma noite, na semana passada, minha mulher e eu estávamos indo para a cama. Bem, começamos a ficar a vontade, fazer carinhos, provocações, o maior TESÃO e, nesse momento, ela parou e me disse:

– Acho que agora não quero, só quero que você me abrace…

Eu falei:

– O QUEEE???

Ela falou:

– Você não sabe se conectar com as minhas necessidades emocionais como mulher.

Comecei a pensar no que podia ter falhado. No final, assumi que aquela noite não ia rolar nada, virei e dormi.

No dia seguinte, fomos ao shopping. Entramos em uma grande loja de departamentos. Fui dar uma volta enquanto ela experimentava três modelitos caríssimos.

Como estava difícil escolher entre um ou outro, falei para comprar os três. Então, ela me falou que precisava de uns sapatos que combinassem a R$ 200,00 cada par.

Respondi que tudo bem. Depois fomos a seção de joalheria, onde gostou de uns brincos de diamantes e eu concordei que comprasse. Estava tão emocionada!!!

Deveria estar pensando que fiquei louco. Acho até que estava me testando quando pediu uma raquete de tênis, porque nem tênis ela joga.

Acredito que acabei com seus esquemas e paradigmas quando falei que sim. Ela estava quase excitada sexualmente depois de tudo isso.

Vocês tinham que ver a carinha dela, toda feliz! Quando ela falou:

– Vamos passar no caixa para pagar, amor?

Daí eu disse:

– Acho que agora não quero mais comprar tudo isso, meu bem… Só quero que você me abrace.

Ela ficou pálida.

No momento em que começou a ficar com cara de querer me matar, falei:

– Você não sabe se conectar com as minhas necessidades financeiras de homem…

Vinguei-me!

Diabólica – Parte final 17/12/2009

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Autor: Nelson Rodrigues

Livro: A vida como ela é

Conto: Diabólica

Parte Final

SONSA

No dia seguinte. Alicinha passa por ele e pisca o olho: “Deixei de ser criança!
Já não sou mais criança!” Isso poderia significar pouco ou muito. De Qualquer forma, desconcertado, ele chegou a transpirar. Mais dois ou três dias, e Alicinha vai procurá-lo no escritório. Senta-se a seu lado; diz: “Você tem medo de mim?” O pobre-diabo gaguejou: “Por quê?” E ela, com um olhar intenso, não de criança, mas de mulher: “Tem, sim, tem!” Parece divertida. E, subitamente, séria, ergue-se e aproxima-se. Estavam no gabinete de Geraldo. Alicinlia inclina-se, pede:

— Um beijo.

Lívido, obedeceu. Roçou, de leve, a face da pequena. Ela insistiu: “Isso não é
beijo. Quero um beijo de verdade.” Geraldo levanta-se. Recua, apavorado como se aquela garota representasse uma ameaça hedionda. Numa espécie de soluço, diz:
“Eu amo minha noiva! Amo tua irmã!” E ela, diante dele: “Só um!” Petrificado,
deixou-se beijar uma vez, muitas vezes. E não podia compreender a determinação implacável de uma menina de 13 anos. Antes de sair, ela diria: “Você é meu também!” E o ameaçou, segura de si e da própria maldade: “Vou te avisando: se começares com coisa, eu direi a todo mundo que houve o diabo entre nós!” Geraldo arriou na cadeira; uivou:
— D e m ô n i o ! D e m ô n i o!

O BEIJO
Foi, desde então, um escravo da menina. E, coisa interessante: ao mesmo
tempo que se sentia atraído, tinha-lhe ódio. Sentia, nela, uma precocidade hedionda.
E, por outro lado, era um fraco, um indefeso, um derrotado. Até que, uma tarde, entra numa Delegacia; soluçando, anuncia: “Acabei de matar minha cunhada, Alice de tal, num lugar assim, assim.” Ainda prestava declarações, quando Dagmar invade a Delegacia. Passara pelo lugar em que Alicinha fora assassinada; vira a irmã, de bruços, com o cabo do punhal emergindo das costas. Então, fora de si, correu para a Delegacia. E houve uma cena que ninguém pôde prever. Avançou, apanhou entre as mãos o rosto do noivo e o beijava, na boca, com loucura. Foi agarrada, arrastada.
Debatia-se nos braços dos investigadores. Gritava:
— Oh, graças! Graças!…

Diabólica – Parte 2 10/12/2009

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Autor: Nelson Rodrigues

Livro: A vida como ela é

Conto: Diabólica

PARTE 2

FAMÍLIA
Mas quando Dagmar confessou, aos pais, que advertira o noivo, foi um deus-nos-acuda. A mãe pôs as mãos na cabeça: “Você é maluca?” Quanto ao pai, passou lhe um verdadeiro sabão:
— Foi um golpe errado. Erradíssimo!
— Eu não acho.
O velho tratou de ser demonstrativo: “Você pôs maldade onde não havia!
Despertou a idéia do seu noivo!” Replicou, segura de si:
— Papai, eu sei muito bem onde tenho o meu nariz.
O pai andava de um lado para outro, nervoso. Estacou, interpelando-a:
— E agora com que cara o teu noivo vai olhar pra tua irmã? Vocês, mulheres, enchem! E, além disso, parta do seguinte princípio: uma irmã está acima de qualquer suspeita! Família é família, ora, bolas!
E Dagmar, obstinada:
— Meu pai, gosto muito de Alicinha. E uma pequena ótima, formidável e
outros bichos. Mas intimidade de irmã bonita com cunhado não! Nunca!
CIÚMES DOENTIOS
Num instante, criou-se o caso no seio da família. Não houve duas opiniões.
Segundo todo o mundo, aquilo não era normal, não podia ser normal. Um dos grandes argumentos foi a idade de Alicinha: “Como pode? Como pode?” O pai, mascando o charuto, argumentava: “Que você desconfie de todo mundo, até de poste, vá lá! Acho que uma mulher deve defender com unhas e dentes o seu homem! Mas irmã é outra coisa! Irmã é diferente! Na sua tristeza, ela replicava: “O que eu não sou é burra!” E o pai: “Nem sua irmã, nem seu noivo merecem isso!”
Por fim, já se falava, abertamente, em caso. Um primo da pequena, que era pediatra, sugeriu:
— Por que é que não levas Fulana a um psiquiatra?
Ela acabou indo, vencida pelo cansaço da própria vontade. Lá, o psiquiatra
depois de um interrogatório medonho, chega à seguinte conclusão: “O negócio é extrair os dentes!” O pai da pequena caiu das nuvens, chorou, amargamente, o dinheiro da consulta:
— Mas que animal! Que palhaço! — e, jocoso, criava o problema: — Isso é
psiquiatra ou é dentista?
Mas o fato é que, pouco a pouco sem sentir e sem querer, Dagmar foi-se
deixando dominar pela pressão da família. O próprio noivo colaborou nesse sentido.
Era hábil:
— Você não precisa ter medo de mulher nenhuma. Pra mim, não existe no
mundo mulher mais bonita do que você. Palavra de honra!

O MAIO

Só quem não se dava por achada e parecia ignorar o disse-que-me-disse era a própria Alicinha. Tratava a irmã e o cunhado com a mesma naturalidade. E era tão sem maldade, tão inocente, que, certa vez, comprou um maio fabulosíssimo e apareceu, com ele, na sala, diante de Dagmar e do Geraldo. Foi uma situação pânica.

Por um momento, o embasbacado cunhado não soube o que dizer, o que pensar. Empalidecera e… Girando como um modelo profissional, Alicinha perguntava:
— Que tal?
Por uma fração de segundo, Dagmar pensou em explodir. Mas convencera-se de que precisava reeducar-se; dominou o próprio impulso. Com um máximo de naturalidade, admitiu: “Bonito!” O atônito, o ofuscado, o desgovernado Geraldo, gemeu:
“Infernal!” Mas quando deixou a casa da noiva, nesse dia, ia numa impressão profunda.
Mais tarde, no bilhar, com uns amigos, fez o seguinte jogo de palavras:
— Não há mulher mais bonita que uma cunhada bonita!

continua…

Diabólica – Parte 1 08/12/2009

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Autor: Nelson Rodrigues

Livro: A vida como ela é

Conto: Diabólica

PARTE 1

Na noite do pedido oficial, Dagmar, de braço com o noivo, foi até a janela; que se abria para o jardim. Então, com uma tristeza involuntária, uma espécie de presságio, suspirou. E foi meio vaga:
— Caso sério! Caso sério!
E Geraldo, baixo e doce:
— Por quê?
Dagmar vacila. Finalmente, tomando coragem, indica com o olhar:
— Estás vendo minha irmã?
— Estou.
Durante alguns momentos, olharam, em silêncio, a pequena Alicinha, de 13
anos, que, na ocasião, apanhava uma flor, no jarro, para dar não sei a quem. Dagmar pergunta: “Bonita, não é?” Geraldo concorda: “Linda!” Então, pousando a mão no braço do noivo, a pequena continua:
— Por enquanto, Alicinha é criança. Mas daqui a um ano, dois, vai ser uma
mulher e tanto.
— Um espetáculo!
Sorriu, triste:
— Um espetáculo, sim! — Pausa e, súbito, tem uma sinceridade heróica: Há
de ser mais bonita do que eu.
Geraldo interrompeu:
— Protesto!
Foi quase grosseira:
— Não me põe máscara, não! Eu tenho espelho, ouviu?! Agora, que sou tua
noiva, quero te dizer o seguinte.
— Fala.
E ela:
— Você é homem e eu sei que esse negócio de homem fiel é bobagem. Mas
toma nota: se você tiver que me trair, que não seja nem com vizinha, nem com amiga, nem com parente. Você percebeu?
Surpreso e divertido, exclama:
— Você é de morte, hein?

AS IRMÃS

Havia entre as duas uma diferença de quatro anos; Dagmar tinha 17,Alicinha
13. Até então, Geraldo via a cunhada como uma menina irremediável. No fundo, talvez imaginasse que ela seria para sempre assim, criança, criança. A observação da noiva o apanhou desprevenido. Pouco depois, olhava, para Alicinha, com uma nova e dissimulada curiosidade. Sentiu que a mulher, ainda contida na menina, começava a desabrochar. Esta constatação o perturbou, deu-lhe uma espécie de vertigem. Na hora de sair, despediu-se de todos. A noiva veio levá-lo até o portão.
Ao ser beijada na face, disse:
— E não se esqueça: Alícinha é sagrada para você!
Era demais. Doeu-se e protestou:
— Mas que palpite é esse? Que idéia você faz de mim? Sabe que, assim você
até ofende?
Cruzou os braços, irredutível:
— Ofendo por quê? Os homens não são uns falsos?
— Eu, não?
Replicou, veemente:
— Você é como os outros. A mesma coisa, compreendeu?


Continua…

Falando sobre livros: Lolita – Vladimir Nabokov 30/07/2009

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lolita

[CONTEM SPOILER… CONTEM SPOILER… CONTEM SPOILER…]

Todos os assíduos frequentadores do meu blog já devem estar cansados de me ouvir falar e repetir sobre o livro Lolita. Mas gente, não existem palavras para descrever o quanto esse livro é especial.

Como não se sentir aflito ao ler todas as vezes em que Humbert Humbert declara o seu amor incondicional por Dolores ‘Lolita’ Haze? Como não suspirar ao ler Lolita correndo para os braços de seu Humbert para um beijo de despedida? Como não sorrir ao ler a insolência da garota e como Humbert se entrega aos seus encantos?

E como não sentir-se mal ao ler passagens como “E ela chorava todas as noites tão logo eu fingia estar dormindo”, ou quando ele se lembra de como ela precisava de ter uma família normal, não somente aquela paródia de incesto(que era só o que Humbert podia oferecer).

Lolita é um livro que mexe com a gente. Não pelo fato de ser um assunto muitíssimo delicado (pedofilia) mas por tratar de forma tão sublime as emoções humanas. Humbert não é um simples pedófilo. O homem jamais abusara de nenhuma criança. Sua relação com Lolita era consensual. A garota também aprovava.

Mesmo quando Lolita deixou de ser uma criança… ele continuou a amá-la incondicionalmente. Mesmo ela estando acabada e grávida de outro homem. Mesmo ela o tendo enganado e fugido, mesmo ela tendo mentido. Ele continuou a amá-la.

Senhoras e senhores membros do juri…

Ofereço à este fantático livro, nota 10!

Top 10 – Personagens Femininas 10/07/2009

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O top 10 personagens femininas é composto por 10 meninas ou mulheres de livros que simplesmente marcaram(a mim). Como toda lista, tem muitos toques pessoais, portanto, a opinião de todos vocês é bem vinda.

Em 10º Lugar:

Miranda – O diabo veste prada

Quando lemos o livro, sempre pensamos: “putz, essa mulher é muito foda”… Bom, não poderia faltar aqui. A presidente da revista Runway simplesmente nos mostra a vida como ela é. Nua, crua e ácida.

Em 9º Lugar

Wendy – Peter Pan

Ela é esperta e espitituosa. Pura e mágica. A Wendy e o amor que ela semeou no coração do pequeno Peter, nos faz ler até o fim pra saber onde vai dar. Todos paramos para ouvir suas histórias.

Em 8º Lugar

Capitu – Dom Casmurro

Com seus olhos de ressaca, ela encanta e nos chama atenção. Um dos personagens femininos mais marcantes de toda a literatura nacional. Representa a feminilidade moderna. Simplesmente Fantátisca

Em 7º Lugar

Hanna Heath – As memórias do livro

Bom, além de muito inteligente, ela é humana. E sua humanidade a torna legal. Pontos para Hannah.

Em 6º Lugar

Delgadina – Memórias de minhas putas tristes

A bela adormecida de Garcia Márquez nos faz sorrir por muito tempo. Apesar da não possuir uma única fala, de não fazer um único movimento a não ser o de dormir(ou de fingir dormir), ela encanta pelo amor que desperta no coração do velho.

Em 5º Lugar

Andromeda Fitzgerald – PAra a minha irmã

Confesso que arrepio só de pensar nela. A pequena Annie emociona ao pedir a emancipação aos pais. Interpretada pela Nomeada ao Oscar Abigail Breslin, deixará muitos outros de boca aberta.

Em 4º Lugar

Alice – Alice no país das maravilhas

Essa daí é muito interessante. Adorava a pequena Alice e acho que vou gostar dela para sempre. A garota é gera uma relação com o leitor inigualável, pois vamos descobrindo todo o país das maravilhas junto com ela. Compartilhamos com ela a dúvida.

Em 3ª Lugar

Luna Lovegood – Série Harry Potter

Nenhuma outra personagem conseguiu gerar tanta afeição quanto ela. Sua sinceridade pura nos fazia pensar mais do que pensávamos. Ela foi muito bem “escrita”. A garota, apesar de muito estranha, conseguia nos fazer ver o quanto o óbvio nem sempre é tão óbvio assim. Ela nos dá uma visão diferente da vida, do mundo.
Luna Lovegood é de uma tristeza misturada à alegria, paixão misturada à amizade. Ela é simplesmente fantástica.

Em 2º lugar

outra loura… uma loura alemã que se apaixona pelo vizinho de cabelo cor de limão. Uma garotinha que adorava ler. Uma garotinha que era amiga de um judeu na Alemanha nazista.
Já sabem de quem estou falando?
Ela mesmo…

Liesel Meminger – A menina que roubava livros

É impossível não se apaixonar por ela. A garota foi inacreditavelmente bem escrita. São quase 500 páginas que vão te levando um pouco de humor, a suspense, a romance, a ação, a drama… tudo envolvendo esta única menininha e a vida que se passa ao seu redor.
Ela é mais do que merecedora deste lugar no ranking.

Na verdade… Liesel Meminger estaria em primeiro lugar, não fosse por…
ELA.
A top top das personagens femininas.

Em 1º lugar deste ranking

A garota que simplesmente mexeu com todas as pessoas que já a leram nos últimos 50 anos. Quem não a conhece, pelo menos já deve ter ouvido falar dela. Quem a conhece não deixou de rir com ela, chorar com ela, sonhar com ela… é impossível não sentir pena dela, não ficar feliz por ela, não beber as páginas como se fossem água… Ela é…

Lolita – Lolita

Acho que nem é necessário falar mais nada. Dolores é simplesmente um ícone da literatura. Ela conquista não só como uma personagem demoníacamente inocente, mas com todo o seu jeito “New Girl” de ser. Ela é aquela garota sobre a qual todos ouviram falar, mas ninguém ousa falar sobre. É a menina inocente que atrai olhares. Ela é simplesmente ELA. A top 1 das personagens femininas

Falando sobre livros: O estrangeiro – Albert Camus 15/06/2009

Posted by admivan in Leitura.
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Sinopse:

O estrangeiro conta a história de um Argeliano que mata um árabe a troco de nada e recebe a pena de morte. Ele encara tudo isso com naturalidade e o fato de não ter chorado no enterro da mãe, contribui para o tratamento do absurdo que o livro trás.

Crítica:

Fantástico! Acho que poucas vezes li um livro tão profundo quanto este. O personagem principal, Sr. Mersault, é tão seco quanto um pedaço de galho. O jeito como ele fala sobre as coisas impressiona, mas, depois de um tempo, começa a fazer bastante sentido. Perguntaram-lhe se ele queria se casar com Marie, e ele disse que tanto fazia, mas se ela quisesse, eles poderiam se casar. Perguntaram-lhe se ele queria se mudar para Paris e viver viajando, ele disse que não, pois tinha uma vida feliz. E o mais impressionante, é que o momento de sua morte ele encara com naturalidade, e seu último desejo é que, na praça onde seria enforcado, houvesse uma multidão para recebê-lo com gritos de ódio, assim, não se sentiria tão só.

É uma leitura que eu recomendo fortemente. Vale muito a pena.

Nota 9,5 para O estrangeiro

São suas crianças 19/05/2009

Posted by admivan in Leitura, Música.
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gravidez%20na%20adolescencia
Adaptado da música Mary-lou – Sonata Arctica

circulo

Mamães ponham suas crianças para dormir,
essa história é muito cruel para elas.
No ginásio ela disse adeus à seus pais
e foi embora com um garoto.
Ela deixou sua família tão boa e calorosa.
Todos os seus amigos disseram “você está louca”.
Mas ela descobriria a vida por ela mesma.
É segunda-feira e ela tem que trabalhar.
Um emprego de garçonete ela certamente achará.
Seu rosto era lindo e sua mente de criança.
O garoto a engravidou, Amanda chorou:
“Sou jovem para isso”.
Ele disse “está acabado”.
Estava tão assustada porque ele ia embora.
O desespero tomou conta, ela mandou uma carta.
“Mamãe me leve de volta, seja bondosa.
Sou apenas uma criança, imprudente e selvagem,
que precisa voltar para casa.”
Mãmãe sabe das coisas.
“Ele prometeu a lua mas não casou com você.”
“Não há nada fazer”
Ela comia por dois,
e ele está saindo com uma garota nova.
Sol ou chuva, é tudo o mesmo,
a vida não é tão cinza.

Mamães suas crianças ainda dormem,
Na segurança de seus doces berços.
A história que eu contei eu presenciei,
Seu anjinho não será sempre tão limpo.
Os dias que virão não são fáceis de se ver,
Você pode mudá-los mas não serão livres.
Eu vejo que você não acredita, ooo-oo,
mas você verá.
Serão apenas crianças, imprudentes e selvagens,
que um dia precisarão voltar para casa.