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Agradecimentos de 2009 30/12/2009

Posted by admivan in Blog e Eu.
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Este sou eu. Seria impossível colocar a foto de todos a quem sou grato!

Mais um ano se passou e mais um está chegando por aí.

Confesso que tenho pouco a reclamar destes 12 meses que, definitivamente mudaram a minha vida por completo e quero utilizar este espaço para agradecer a todos os que colaboraram para fazer deste ano um ano fantástico.

Obrigado ao pessoal da AIESEC em Goiânia, por todo o desenvolvimento que eu consegui junto com vocês. Em especial às equipes de Gestão de Projetos, InComing Exchange e Gestão de Talentos.

A AIESEC mudou meu estilo de vida e eu sou muito grato a isso.

Obrigado a todo mundo que contribuiu para a fundação da empresa Junior de administração da UFG, Íntegra Administração Junior. Foi, e continua sendo, uma experiência única pra mim.

Obrigado aos auditores e gestores da Mapah Auditores independentes, por tudo que foi possível aprender trabalhando junto com vocês.

Obrigado aos meus amigos físicos e virtuais, por todo o tempo que passamos juntos e por tudo que podemos compartilhar agora.

Obrigado a minha família, por tudo que fizeram por mim.

E, é claro, um obrigado muitíssimo especial para minha namorada Bárbara, por, ano após ano, me convencer de que é com quem eu quero passar o resto da minha vida!

Espero que continuemos todos unidos em 2010, com muita paz, amor, alegria e aprendizado.

Um feliz fim de ano para todos!

Um novo jeito de vi(VER) a vida 03/09/2009

Posted by admivan in Blog e Eu.
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Atualmente estou passando pelo período “político” da minha vida. E isso é uma coisa inacreditável pois nunca me imaginei fazendo as coisas que agora faço ou sendo a pessoa que agora sou.

A inquietude empreendedora que “sempre” foi tão forte em mim, agora transferiu-se também para outras partes da minha vida.

Comecei a fazer-me perguntas como “Por que?” e, mais frequentemente ainda, “Por que não?”.

Por quê será que os acadêmicos ‘responsáveis’ pela gestão do curso de administração  (na UFG) possuem tão pouco compromisso com o desenvolvimento intelectual de seus alunos?

Por quê será que a maioria das pessoas acha tão difícil e complexo implantar uma nova metodologia de ensino em uma universidade pública?

Já que parece ser impossível conseguir algum apoio interno, por que não buscar isso fora? Por que não correr atrás de algum apoio que faça com que a gestão de um curso de graduação seja feita pelos próprios graduandos.

Afinal… quem melhor do que estudantes de Administração para Administrar o próprio curso.

É impressionante o capital intelectual que nós temos em mão e que vejo ser desperdiçada dia após dia por uma gestão engessada e retrógrada como a que está sendo feita.

Esta percepção não é nova, mas só agora está me dando aquela sensação de “Sim eu posso”.

Eu posso, e vou, deixar para trás uma marca para ser eternamente lembrada, e vou começar pela minha própria universidade.

Nunca tive medo de lutar por aquilo que acreditava e estou realmente muitíssimo feliz por encontrar pessoas que tem essa mesma iniciativa. Mesmo que discordemos em idéias, discutir acerca disso é gostoso e me faz crescer.

Eu cresci de maneira inimaginável nestes últimos seis meses…

Foi quando entrei para uma multinacional de estudantes e recém-graduados chamada AIESEC. Foi quando vi dois amigos mudando de país. Foi quando eu vi colegas de classe se tornando pessoas com um grande futuro. Foi quando encontrei um emprego que me mostrou uma carreira. Foi quando eu parei de idealizar e comecei a realizar. Foi quando comecei a dizer o que eu pensava de maneira enfática… e foi quando as pessoas começaram a me ouvir… e começaram a me seguir…

Nesses últimos seis meses adquiri um novo jeito de ver a vida.  Somando-se a isso, magníficas leituras, inigualáveis palestras e intermináveis conversas, adquiri também um novo jeito de viver a vida.

Um jeito que faz com que eu não me preocupe com o que não devo me preocupar.

Percebi que só Iniciativa não é suficiente. É preciso ter Acabativa. E eu consegui desenvolver essa competência.

Devo isso exclusivamente ao meu esforço e ao meu trabalho duro, porque faço parte daqueles que acham que o resultado só vem para os que trabalham.

Felizmente, ainda há muito o que se fazer… e nessa busca constante pelo aprendizado, acabamos por descobrir coisas que nos mudam mais uma vez…

E então começamos tudo de novo, do ponto onde havíamos parado.

Eu realmente amo tudo isso.

Cotas: Atestado de inferioridade 12/02/2009

Posted by admivan in artigos.
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contra-cotas-2Saiu terça-feira o resultado do vestibular da Universidade Federal de Goiás. E mais uma vez fiquei indignado com o resultado que o sistema de cotas trouxe. Ainda não consigo entender como uma medida que causa tanta exclusão continue a existir. O mais absurdo, porém, não é isso, mas ver a quantidade de pessoas que apóiam isso. É o mesmo que assinar um atestado de inferioridade.
No decorrer da minha vida, conheci vários negros inteligentíssimos que estudavam junto comigo em escolas particulares. Essas pessoas não precisam de cotas para entrar numa universidade. Em um país como o Brasil, não há diferença entre negros, brancos, amarelos, vermelhos e coloridos, somos todos iguais e temos capacidades iguais.
Li no jornal o depoimento de um representante de algum órgão defensor dos negros, ele disse que as cotas eram o mínimo que os brancos poderiam fazer para compensar anos de opressão, que os negros têm menos condições de estudo e que a faculdade é um direito de todos. Ele se esquece, porém, que a entrada em uma faculdade deveria ser justa. Quem obtiver a média, entra. Se forem todos negros ou se forem todos brancos, não importa, essas pessoas fizeram por merecer.
Não vou me impressionar se daqui a alguns tempos começarem a surgir grupos radicais de extermínio racial, como KKK ou Skinheads. Se o branco e o negro pobres sempre tiveram as mesmas condições deploráveis de ensino, por que somente o negro tem ajuda para entrar na faculdade? Outra ponto é que, o índice de evasão de estudantes cotistas é altíssimo, porque eles entram facilmente, mas não conseguem se manter. Não é nem preciso dizer o porque.
Na própria UFG, alguns cursos tiveram a pontuação de corte para negros, maior que a da universal, ou seja, os negros que entraram por cotas fizeram pontuação suficiente para passar sem cotas, ou seja, ELES NÃO PRECISAM DE COTAS. Será que isso não está claro? Negros têm tanta capacidade de entrar numa universidade quanto os brancos, eles não precisam de uma “ajudinha extra” para conseguir.
Utilizando a mesma idéia da “dívida racial”, poderíamos fazer piscinas menores para os nadadores negros, pistas de corrida com trajeto mais fácil para pilotos negros e, nos concursos de beleza, as competidoras negras começariam com mais votos que as demais, afinal, como disse aquele representante, todos têm o direito de vencer uma prova de natação, de corrida ou um concurso de beleza. Talvez só utilizando exemplos é que fica nítido o absurdo de tais afirmações.
Há inúmeras formas de se mostrar o quanto as cotas raciais geram exclusão racial e, descaradamente, duvída da capacidade dos negros de passarem em uma universidade pública, mas nem é necessário especificar todas. Qualquer pessoa com um pouco de raciocínio lógico sabe que tapar o sol com a peneira não adianta. Nós somos um país tão miscigenado que fica difícil dividir-nos por cores. No fim, somos todos iguais. Todos seres humanos com cérebros do mesmo tamanho e, pode ter certeza, a produção de melanina em nada interfere na nossa capacidade.