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Geração T.E.E.N. – Transei e esqueci o nome 03/04/2010

Posted by admivan in interessante, Leitura, Social.
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Neste livro, Marty Beckerman discute o comportamento sexual e amoroso dos adolescentes através de uma ficção, intercalada por relatos reais (muitas do próprio autor), além de estatísticas e reportagens.

O nome original do livro é “Generation S.L.U.T – Sexually liberated Urban Teens ”  que em português significa: “Geração safada – Adolescentes urbanos sexualmente liberados”.

O autor, de apenas 22 anos, narra, sem pudores, detalhes sobre a vida sexual dos jovens americanos. O livro, entretanto, pode ser facilmente relacionado com a realidade brasileira.

Segundo pesquisa feita no Rio pelo Laboratório UniCarioca de Pesquisas Aplicadas, 25,63% das pessoas entre 17 e 25 anos dizem que não se lembram do nome de um ou mais parceiros que já tiveram. Já 45,5% dos entrevistados disseram que sexo casual é normal.

O livro deu origem a um filme lançado pela HBO.

E você… já esqueceu o nome de alguma pessoa com quem fez sexo?

Dados técnicos:

Nome: Geração T.E.E.N. – Transei e esqueci o nome

Editora: Ediouro

Autor: MARTY BECKERMAN

ISBN: 8500016124

Origem: Nacional

Ano: 2005

Edição: 1

Número de páginas: 236

Acabamento:Brochura

Formato: Médio

Preço: Em torno de 29,90

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Em 2010, precisa-se de: 31/12/2009

Posted by admivan in Social, Vídeos.
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Vejam esta propaganda do @Santander_br que eu achei simplesmente fantástica.

Destaco a frase: Precisa-se de um mundo melhor para nossos filhos e filhos melhores para o nosso mundo.

Vamos fazer juntos?

Envolva-se – Assine Pela Ciclovia em Goiânia 03/11/2009

Posted by admivan in interessante, Social.
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Passeando pelo blog “O menestrel mudo” do meu amigo Arthur, da AIESEC, encontrei algo muito massa e resolvi postar aqui tambem.

http://omenestrelmudo.blogspot.com/

O trânsito é, sem dúvidas, a pior coisa de se viver em uma cidade grande. Agora, pense comigo: se já é ruim no aconchego do seu carro, imagine para aqueles que dependem da boa e velha “magrela” para se locomover? Esses não podem andar pela calçada por ser um risco aos pedestres e nem são respeitados pelos veículos maiores quando circulam pelas ruas. Assine você também e ajude o projeto da criação de uma ciclovia em Goiânia.

Envolva-se

A proposta inicial é criar uma ciclovia ligando os principais parques da cidade (Vaca Brava, Areião e Flamboyant) aos domingos, o que será de grande serventia para os praticantes do ciclismo, e talvez até motive os goianienses a sair de bicicleta, deixando o carro na garagem sempre que possível. Para apoiar essa causa, basta acessar http://www.envolva-se.com/ e assinar a petição. Mais de 1300 pessoas já apoiam o projeto. Participe você também!

Um vídeo para se pensar 05/07/2009

Posted by admivan in atualidades, Social, Vídeos.
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Pessoal, encontrei o clipe dessa música e achei que seria muito relevante postá-lo aqui.

Esse vídeo nos faz pensar sobre o tipo de pessoas que estamos rodeados.

O vídeo é da música Você Pode ir na Janela da banda Gram

Assistam…

Será que tomamos o cuidado necessário com as pessoas que confiamos? Por quem estaríamos dispostos a dar a vida? Quem estaria disposto a dar a vida por nós?

A história das coisas 08/04/2009

Posted by admivan in Social, Vídeos.
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Este vídeo não é só um vídeo comum. Ele desperta o nosso senso para o quanto estamos destruindo o nosso planeta com um sistema sem sustentabilidade e que utiliza ilimitadamente os recursos limitados.

Abre bastante os nossos olhos. São 21 minutos que realmente valem a pena utilizar assistindo a esse vídeo;

Se você gostou deste vídeo e o achou relevante, entre neste site

http://www.storyofstuff.com

e divulgue este vídeo na sua escola, para os seus amigos e para todo mundo. Quanto mais pessoas virem isso, melhor.

Vamos contribuir para o reversão desse quadro absurdo.

We all Bleed Red 20/03/2009

Posted by admivan in Social, Textos.
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bully

Um poema em inglês sobre bullying. Leiam com atenção e reflitam. É realmente muito forte.

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully ou “valentão”) ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender.

WE ALL BLEED RED…

Todos sangramos vermelho…


Maybe I can’t write a sentence or one word at all,
Talvez eu não consiga escrever uma frase, ou mesmo uma palavra,

But does that mean you can push me against the wall?
Mas isso significa que você pode me empurrar contra a parede?

Maybe I can’t read as good as the rest of the class,
Talvez eu não consiga ler tão bem quanto o restante da classe,

But that mean you have to trip me as I walk past?
Mas isso significa que você tem de me fazer tropeçar quando estou passando?

Maybe I can’t kick a ball as far as the best,
Talvez eu não consiga chutar a bola tão longe quanto o melhor,

But does that mean I stand out from the rest?
Mas isso significa que sou diferente dos demais?

Maybe I can’t shout as loud as you can,
Talvez eu não consiga gritar tão alto quanto você,

But does that really make me any less of a man?
Mas isso me torna um homem menor?

Maybe I’m a different colour, a different race,
Talvez eu seja de uma outra cor, uma raça diferente,

But does that give you the right to hit my face?
Mas isso lhe dá o direito de bater no meu rosto?

Maybe my glasses make my face look round,
Talvez meus óculos façam meu rosto parecer redondo,

But does that mean you have to throw them to the ground?
Mas isso quer dizer que você deve atirá-los no chão?

Maybe I’m poor, and have no money,
Talvez eu seja pobre, e não tenha dinheiro algum,

But does that mean you can mock me so your friends think you’re funny?
Mas isso quer dizer que você pode me ridicularizar para que seus amigos o achem engraçado?

Maybe I wear clothes by Adidas or Nike,
Talvez eu vista roupas Adidas ou Nike,

But does that give you the right to steal things I like?
Mas isso lhe dá o direito de roubar as coisas de que gosto?

Maybe I’ll never win, and I’ll always lose,
Talvez eu nunca venha a vencer, e seja sempre um perdedor,

But could you leave me alone? Do I get to choose?
Mas você pode me deixar em paz? Posso escolher?

Maybe you don’t care if I’m alive or dead,
Talvez você não se importe se estou vivo ou morto,

But you won’t be the one visiting a hospital bed.
Mas você não será o único a visitar uma cama de hospital.

If there was only one thing that I wish would sink into your head :
Se eu pudesse escolher uma única coisa para entrar na sua cabeça seria isto:

“We are all the same. We all bleed red…
“Somos todos iguais. Todos sangramos vermelho…”

Anthony Kisley
2000

(Extraída do livro: GLOBETROTTER – Inglês para o Ensino Médio .
Marcelo Baccarin Costa.)

A última vez 25/01/2009

Posted by admivan in Filmes, Social, Textos.
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044306_451
 
 
Texto adaptado e inspirado em um trecho do filme “The ultimate gift – O presente final” cuja temática relaciona-se com a caridade, a bondade e as amizades verdadeiras. 

circulo

Era natal. Eu fiz tudo que aquela garotinha pediu, mas ela não queria muitas coisas. Só o que desejava era um natal como jamais tivera.
Sentada sobre a neve feita de algodão e olhando as estrelas: aquela garota parecia pensativa. Se ela estava triste ou feliz, eu não saberia dizer.
– No que você está pensando? – Perguntei sentando a seu lado.
– Na morte – respondeu a menina calmamente.
– Você não acha que é muito jovem para pensar nisso?
A garotinha suspirou ainda fitando as estrelas.
– Eu sou jovem demais pra isso. Não parece muito justo, não é?
Encarei o rosto pálido da menina ao meu lado e inocentemente perguntei:
– Como… como você acha que é… lá?
Suas bochechas se contraíram, mas ela não pode reprimir o sorriso. O mesmo sorriso que fez com que eu me apaixonasse 3 meses atrás.
– Acho que deve ser legal. E eu vou poder ver o papai de novo… – Falou.
Permaneci calado vendo a tristeza tomar conta daquele corpo pequeno.
– Eu não tenho medo da morte sabe, nem me incomodo em ser careca – Disse ela limpando os olhos – É só que… se eu morrer… a mamãe… ficará sozinha. Sou tudo que ela tem.
A doce garota se jogou em meus braços, encharcando meu ombro com suas lagrimas.
– Obrigado por esse natal maravilhoso. Foi muito importante pra mim.
Meus braços apertaram a garotinha, enquanto eu tentava por tudo não perder o ultimo grão de felicidade que aquela data me trouxera.
– Não importa o que aconteça… – Falei em seu ouvido – Sempre me lembrarei de você.
Era natal. Ela fez tudo o que eu pedi, mas eu não queria muitas coisas. Só o que desejava era que ela não me deixasse… mas ela me deixou…
Aquele, foi nosso ultimo natal.
Aquele, foi meu ultimo desejo.
Aquele… foi seu ultimo dia,
foi sua ultima vez.

Esse texto é uma homenagem a TODAS as crianças com câncer, que merecem nosso carinho, amor e admiração por enfrentarem o problema com tanta força e coragem.